Guias para quem escreve romances
Guias práticos sobre estrutura, personagens, cenas e inteligência artificial, para quem está escrevendo um romance.
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Voltar a escrever depois de uma longa pausa
Meses sem mexer no manuscrito, e agora abri-lo dá medo. Como voltar para dentro da história, retomar o fio e recomeçar sem partir do zero.
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Roteiro ou escrita livre: qual método combina com você
Tem quem planeje cada capítulo e quem descubra a história escrevendo. Vantagens e riscos dos dois métodos, e como montar um meio-termo do seu jeito.
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Repetições: quando evitar e quando usar
Nem toda repetição é um erro. Como diferenciar as involuntárias, que deixam o texto pesado, das voluntárias, que dão ritmo e ênfase.
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Reescrever um capítulo que não funciona
Um capítulo que não funciona e você não sabe por quê: como fazer o diagnóstico, ver se o problema é a função, o ponto de vista ou a abertura, e reescrevê-lo.
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Privacidade dos manuscritos: o que a NovLore vê
Quem pode ler seu romance na NovLore? Acesso aos textos, quando o texto vai para um fornecedor de IA, o acesso de suporte e o que acontece se você apagar tudo.
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Personagens moralmente cinzentos
Os personagens mais marcantes raramente são totalmente bons ou maus. Como construir figuras moralmente ambíguas que o leitor entende mesmo sem aprovar.
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O subtexto no diálogo: dizer sem dizer
Os melhores personagens raramente dizem o que sentem. Como construir o subtexto no diálogo, por que ele funciona e como evitar que vire um enigma.
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O que acontece quando seus créditos vencem
Os créditos da NovLore valem 12 meses: quais são usados primeiro, o que acontece no vencimento e como funciona a prorrogação de 6 meses.
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O protagonista passivo: como torná-lo ativo
Um protagonista que sofre os acontecimentos em vez de provocá-los apaga a história. Como reconhecer um personagem passivo e devolver a ele iniciativa e escolhas.
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O narrador não confiável: como construí-lo
Um narrador que mente, se ilude ou não entende pode tornar um romance inesquecível. Como construir um narrador não confiável e deixar as pistas certas ao leitor.
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O meio do romance que perde o fôlego
O começo decolou, o final está claro, mas no meio o romance perde o fôlego. Por que isso acontece e como manter o miolo vivo com viradas e um ponto médio forte.
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O discurso indireto livre: o que é e como usar
O discurso indireto livre mistura a voz do narrador com os pensamentos do personagem, sem aspas nem "pensou". O que é, por que funciona e como usar bem.
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O detalhe concreto: como escolher o certo
Um único detalhe preciso mostra uma cena melhor do que um parágrafo genérico. Como escolher os detalhes concretos que deixam sua ficção convincente e viva.
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O conflito, motor da história
Sem conflito não há história, mas conflito não quer dizer briga. Os tipos de conflito, como entrelaçar o externo e o interno e fazê-los crescer até o final.
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Metáforas e comparações na prosa narrativa
Uma boa metáfora faz enxergar, uma ruim faz tropeçar. Como usar metáforas e comparações na ficção sem clichês, exageros nem imagens que se contradizem.
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Ideias demais: qual romance escrever primeiro
Tem dez ideias e não consegue começar nenhuma? Como escolher qual romance escrever, testar as ideias e parar de pular de um projeto para outro.
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Escrever uma cena de ação clara e rápida
Perseguições, lutas, fugas: como escrever uma cena de ação que o leitor acompanha sem se perder, com frases curtas, espaço claro e o risco à vista.
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Escrever humor na ficção
Fazer sorrir na página é difícil: não tem tom de voz nem timing. Como escrever humor na ficção usando ritmo, contraste e personagens.
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Desejo e necessidade do protagonista
Seu protagonista quer uma coisa, mas precisa de outra. Como usar a distância entre desejo e necessidade para dar ao personagem um arco e ao romance um sentido.
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Descrever emoções sem nomeá-las
Escrever "estava triste" não faz o leitor sentir nada. Como transmitir as emoções dos personagens pelo corpo, pensamentos, ações e detalhes, sem melodrama.
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Descrever a aparência física de um personagem
Olhos, cabelo, altura: a lista não faz ninguém enxergar. Como descrever a aparência de um personagem com poucos traços escolhidos e em movimento.
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Da ideia à premissa: a pergunta dramática
Uma ideia ainda não é uma história. Como transformá-la em uma premissa com protagonista, objetivo e obstáculo, e achar a pergunta dramática que sustenta o romance.
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Cortar um romance longo demais
O manuscrito ficou longo demais e você não sabe o que tirar? Um método em três níveis para cortar cenas, personagens e frases sem perder a história nem a voz.
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O checklist de autorrevisão antes de dar para ler
Antes de mandar o manuscrito para os beta readers, um checklist em 4 passos: história, personagens, cenas, frases. Assim eles comentam o livro, não a digitação.
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Cena ou resumo: como controlar o tempo da narrativa
Quando mostrar um momento passo a passo e quando resumir semanas em uma linha: cena e resumo, as duas velocidades que definem o ritmo do seu romance.
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Aceitar críticas sem perder o rumo
Como receber comentários de beta readers sem se defender nem reescrever tudo: separar sintoma e solução, pesar opiniões e manter a sua ideia de livro.
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A cena de diálogo que não para de andar
Duas cabeças falantes numa sala vazia entediam: como dar a uma cena de diálogo uma ação física por baixo, movimento pelo espaço e falas que deslocam o equilíbrio.
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Abrir uma cena no ponto certo
Entrar tarde e perto da mudança: como cortar chegadas, cumprimentos e conversa fiada, reconhecer o "pigarrear" inicial e encontrar o arranque certo na revisão.
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Quanto custa a IA: créditos, tokens e desperdício
Como se paga a inteligência artificial no NovLore — créditos por ação, tokens nos bastidores — e os poucos hábitos para não gastar mais do que o necessário.
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O título e a quarta capa
Um título que ninguém lembra no dia seguinte, ou uma quarta capa que resume a trama em vez de vendê-la: como se escrevem as primeiras palavras que o leitor encontra.
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Quantas palavras por dia: metas e rotina
Como definir uma meta de escrita diária que você consiga manter por meses: palavras ou tempo, como calculá-la no seu calendário real e o que fazer nos dias ruins.
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Perfeccionismo e primeiro rascunho
O primeiro rascunho é feito para ser ruim: por que o perfeccionismo é medo disfarçado de exigência, e como se dar permissão para escrever marcadores e avançar.
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Usar a IA para destravar sem delegar a história
Pedir à IA que escreva a cena em que você travou tira o bloqueio tirando o livro de você. Há formas melhores de usá-la quando você empaca.
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Escrever quando você não tem tempo
O bloco de duas horas ininterruptas é um luxo raro: escrever um romance em bolsões de quinze minutos, usando os tempos mortos para pensar a cena.
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Não revise enquanto escreve
Por que corrigir as frases durante o primeiro rascunho trava o livro e como resistir à tentação: separar os dois modos, anotar em vez de arrumar, desligar os avisos.
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Autopublicar um romance: o que é preciso de verdade
Um arquivo publicado online sem edição nem revisão final, ou uma capa feita às pressas: o que é preciso de verdade, antes e depois, para autopublicar com dignidade.
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Conduzir um elenco coral sem confundir o leitor
Como manter de pé um romance com muitos personagens sem que o leitor perca o fio: quando apresentá-los, como distingui-los e quem manter no centro.
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Pedir bem à IA: prompts para quem escreve
Como formular um pedido a um assistente de escrita para que responda sob medida: dizer o que deve fazer, dar restrições, pedir opções e não um veredito.
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O medo do julgamento e escrever mesmo assim
O leitor imaginário por cima do ombro bloqueia mais do que a página em branco: separar a escrita da partilha e escrever com o medo em vez de esperar que passe.
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Flashbacks: como usá-los sem quebrar o ritmo
O flashback trava o presente da história para voltar no tempo: só funciona se o que o leitor encontra no passado mudar a forma como ele lê a cena seguinte.
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Como escrever um final que não decepciona
Por que um final decepcionante quase sempre nasce de uma promessa feita nas primeiras páginas e nunca cumprida, e como fechar a história cumprindo-a.
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Ditar o romance e limpar a fala com a IA
Ditar destrava e é rápido, mas produz texto cheio de repetições e começos falhos: como ditar bem e o que deixar para a IA depois.
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Criar um hábito de escrita
As sessões pequenas e constantes ganham das maratonas esporádicas: criar um hábito de escrita com um gatilho, uma barra baixa e um modo de retomar.
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A revisão assistida por IA, nível a nível
A revisão não é uma tarefa só: em cada nível a IA pode ajudar de um jeito diferente, e pedir a coisa errada na hora errada causa estrago.
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A sinopse e a carta de apresentação
Uma sinopse que esconde o final para não "estragar a surpresa", ou uma carta que o agente não passa do primeiro parágrafo: como se escrevem de fato.
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O que deixar a IA fazer e o que não
Um critério simples para separar as tarefas que você pode delegar à inteligência artificial daquelas que, se você delegar, tiram o livro das suas mãos.
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Chegar ao fim do primeiro rascunho
Por que o primeiro rascunho serve para descobrir a história e não para escrevê-la bem, e que hábitos concretos levam você à última página sem encalhar nos 40%.
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Advérbios e adjetivos: quando cortá-los
O advérbio que escora um verbo fraco, o adjetivo que repete o substantivo, os "muito" e os "realmente": como aliviar a prosa sem fazer disso uma regra cega.
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A linha do tempo da história no romance
Como construir e usar uma linha do tempo do romance: datas ou dias relativos, idades dos personagens, durações de viagens, flashbacks e tramas paralelas.
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Os beta readers: como escolhê-los e o que perguntar
Amigos que só dizem "lindo demais", ou dez leitores que confundem mais do que ajudam: como escolher beta readers úteis e as perguntas certas para fazer a eles.
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IA Batch: esperar umas horas e pagar menos
Quando compensa pôr um trabalho de IA na fila em vez de esperar na tela, e por que para gerar um capítulo a lentidão é um bom negócio.
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Extensão e ritmo por faixa etária
Quantas palavras para um middle grade, quantas para um young adult, e como o ritmo de capítulo e de cena muda conforme a idade do leitor.
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A pontuação como instrumento de ritmo
A vírgula é um fôlego, o ponto uma parada, o travessão uma irrupção: como usar a pontuação para governar o ritmo da prosa, e que abusos o leitor nota.
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Coerência interna: evitar furos de roteiro
O que é um furo de roteiro, como se distingue de um mistério proposital e que verificações fazer na revisão para caçar contradições e coincidências.
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Dar contexto à IA: a bíblia da obra
Por que a IA só ajuda num romance quando conhece o livro, e como a bíblia da obra e o painel do NovLore entregam os fatos certos na hora certa.
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A bíblia da sua obra: o que incluir
O que é uma bíblia da obra, que fichas ela contém — personagens, lugares, objetos, cronologia, regras do mundo — e como mantê-la atualizada.
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Revisar um poema sem apagá-lo
Um poema revisado tantas vezes que fica correto e morto, ou nunca tocado depois do primeiro rascunho: como trabalhar um poema mantendo sua energia.
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Os verbos de fala: \"disse\" e as alternativas
\"Disse\" é quase invisível e assim está bem: por que os substitutos vistosos e os advérbios colados cansam, e como usar o gesto em vez da fala atributiva.
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Edição de linha e revisão final
As duas últimas passadas de revisão: a edição de linha trabalha o som e a precisão da frase, a revisão final elimina erros de digitação e incoerências formais.
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A revisão estrutural do romance
A primeira passada de revisão, a que decide se o livro funciona: como reler o romance no nível da armação, o que procurar e que ferramentas usar.
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Um fio condutor para a coletânea de contos
Uma coletânea que é um monte de contos sem ligação, ou forçada a parecer um romance: como dar unidade a uma coletânea sem obrigar os contos a se parecerem.
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O registro e como mantê-lo constante
O registro é o nível de língua e o tom de uma narração: como se estabelece, que deslizes o leitor nota e como evitar a deriva num texto longo.
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Temas difíceis em um livro infantojuvenil
Luto, doença, violência, separação: os temas duros não são proibidos na ficção infantojuvenil, mas é preciso filtrá-los pelo ponto de vista do jovem leitor.
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Revisar um romance por camadas
Por que revisar um romance em passadas separadas — estrutura, cenas, parágrafos, frases, erros de digitação — em vez de corrigir tudo de uma vez, e em que ordem.
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Sincronizar o arco do personagem com a trama
Como alinhar os quatro pontos de virada da trama com as etapas do arco interior, para que cada virada externa obrigue o protagonista a um passo de mudança.
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Tempo verbal: presente ou passado
Narrar no presente ou no passado muda a distância, a imediatez e as expectativas do leitor. Como escolher e como não mudar de tempo por erro.
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Os erros mais comuns de quem escreve o primeiro romance
Info-dump nos primeiros capítulos, personagens demais logo de cara, o capítulo um polido ao infinito. Reconhecer isso cedo poupa meses de reescrita depois.
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Por onde começar a escrever seu primeiro romance
Ideia, esboço ou personagens? Não existe uma ordem certa para todo mundo, mas há três coisas que você precisa saber antes de escrever mais que uns capítulos vazios.
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A voz narradora em um poema
Quem conta um poema narrativo, a que distância está dos fatos, e como evitar que a voz lírica do autor coma a do narrador.
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O ritmo da frase: longa e curta
O comprimento das frases é um comando de ritmo direto: como alterná-las para que a prosa respire em vez de soar monótona ou ofegante.
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Logline e tratamento: apresentar um roteiro
Uma logline que resume a trama em vez de captá-la numa frase, ou um tratamento que é um beat sheet disfarçado: como apresentar um roteiro antes das páginas.
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Como encontrar sua voz como escritor
A voz não se inventa na mesa nem se copia de um autor admirado. Ela surge de escolhas repetidas, e se encontra escrevendo muito, não pensando a respeito.
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Arco positivo, negativo e plano: qual escolher
Os três arcos de personagem básicos comparados: como cada um funciona, que efeito produz no leitor e como saber qual a história que você está escrevendo pede.
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O monólogo teatral: quando funciona
Um monólogo que é um bloco de informação recitado, ou uma confissão que o personagem não teria motivo para fazer: o que faz de um monólogo uma cena, não uma pausa.
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Tramas secundárias: quantas e como usar
Para que servem as tramas secundárias, quantas um romance aguenta sem se perder e como entrelaçá-las à trama principal em vez de deixá-las em paralelo.
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O arco de transformação do protagonista
O que é um arco de transformação, quais são suas etapas obrigatórias e como entrelaçá-lo com a trama para que a mudança do protagonista nunca pareça forçada.
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Worldbuilding sem infodump: como dosar
Por que o leitor percebe na hora quando um mundo é explicado em vez de contado, e três formas concretas de dosar a informação sem travar a história.
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Escrever a introdução e a conclusão da tese
Uma introdução escrita primeiro e nunca mais tocada, ou uma conclusão que repete o resumo: como escrever as duas partes que o orientador lê com mais atenção.
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O final de um conto: fechar sem explicar
Um final que explica o significado do conto ao leitor, ou que se interrompe sem dar nada: como fechar um conto deixando o leitor com algo na mão.
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Faixas etárias e léxico em livros infantojuvenis
As faixas etárias da edição infantojuvenil não são gaiolas, apontam para um leitor real: como escolher o léxico e o comprimento da frase sem empobrecer o texto.
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Como escrever um incipit que prende o leitor
O que a primeira página de um romance precisa fazer de verdade, os erros mais comuns que afastam o leitor e um jeito prático de saber se o seu incipit funciona.
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Escrever a ação no roteiro
Linhas de ação tão densas quanto prosa narrativa, ou que descrevem estados de espírito que a câmera não pode filmar: como se escreve o que fica entre as falas.
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Escrever para crianças sem tratá-las como bobas
O tom certo para um livro infantojuvenil não é mais simples, é mais honesto. Veja como evitar subestimar a inteligência de quem lê.
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Quantos contos são precisos para uma coletânea?
Não existe um número mágico, mas existem limites abaixo dos quais uma coletânea de contos não se sustenta, e a extensão total pesa mais do que a contagem.
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Rubricas e encenação: quanto escrever
Rubricas que descrevem a atmosfera como um romance, ou que ditam cada gesto aos atores: quanto escrever entre as falas e o que deixar para a direção.
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Poema épico ou em cantos livres: como escolher
Estrutura fixa e ambição coral, ou liberdade formal e voz pessoal, o que realmente diferencia um poema épico de um poema narrativo em cantos livres.
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Não consigo escrever a tese: o que fazer
O bloqueio com a tese raramente é falta de ideias, quase sempre é medo do julgamento do orientador. Veja como sair dele sem esperar pela inspiração.
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O verso do poema narrativo
Num poema que conta uma história o verso faz dois trabalhos: cantar e levar adiante o enredo. Como lidar com encavalgamento, comprimento e metro.
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Middle grade ou young adult: como escolher
Idade do protagonista, temas possíveis, complexidade do enredo, o que realmente diferencia um livro middle grade de um young adult, além da idade do leitor.
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Formatação de roteiro: o que é preciso
Cabeçalho de cena, ação, diálogo, e pouco mais, a formatação de um roteiro não é uma escolha de estilo: é uma convenção que todo mundo no setor lê do mesmo jeito.
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Imagem e figura de linguagem na poesia
Metáforas empilhadas umas sobre as outras, ou uma imagem tão explicada que não deixa nada ao leitor: como fazer a imagem trabalhar em vez de decorá-la.
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O arco de um conto
Um conto que é um fragmento sem direção, ou um romance comprimido à força em dez páginas: como dar a um conto um arco que se abre e se fecha no espaço dele.
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Diálogo teatral: por que é diferente da prosa
Sem narrador, sem descrições, sem "disse sorrindo": no diálogo teatral toda a informação precisa passar pela fala. Veja o que muda em relação à prosa.
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Do poema solto à coletânea: quando está pronta
Não é o número de poemas que diz que uma coletânea está pronta, mas alguns sinais mais confiáveis do que qualquer contagem. Veja quais procurar.
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O método de pesquisa: das fontes ao roteiro
Meses lendo sem escrever uma linha, ou um roteiro feito antes de saber o que dizem as fontes: como levar a pesquisa de leitura sem fim a estrutura da tese.
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Como estruturar uma tese
Um sumário que muda o tempo todo, capítulos desequilibrados, o método escrito por último, como dar à tese uma estrutura que aguenta de verdade.
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Como estruturar um roteiro
Atos, cenas, pontos de virada, como dar a um roteiro de cinema ou de série uma estrutura que aguenta, sem inventar um esquema do zero.
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O beat sheet: a escaleta por fichas
Uma escaleta tão longa quanto um conto que ninguém relê, ou páginas escritas sem saber para onde a cena leva: como usar o beat sheet para desenhar um roteiro.
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Como estruturar um texto teatral
Atos que não fecham, cenas longas demais, a ação que para por uma fala a mais, como dar a um texto teatral uma estrutura que aguenta no palco.
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Como estruturar um poema narrativo
Partes e cantos, não capítulos: como organizar um poema narrativo longo sem perder o fio da história que o verso leva adiante.
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Como construir uma peça em um ato
Um ato único que parece um primeiro ato sem continuação, ou uma cena longa sem desenvolvimento: como dar a uma peça breve uma estrutura que se completa num só tempo.
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Métrica e verso: formas fixas e verso livre
Um soneto forçado que sacrifica o sentido à rima, ou um verso livre que é prosa cortada: como escolher entre forma fixa e verso livre e usá-los de verdade.
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Como organizar uma coletânea de contos
De tema único ou contos independentes, ordem cronológica ou construída, como dar a uma coletânea de contos uma coerência que o leitor sente de verdade.
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Como organizar uma coletânea de poesia
Temas, seções, ordem de leitura, como dar a uma coletânea de poesia uma coerência que se sente mesmo quando cada poema é autônomo.
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Bibliografia e citações na tese: como organizá-las
APA, MLA, Chicago ou outro estilo, o formato muda, mas o método para não perder as fontes enquanto você escreve a tese é sempre o mesmo. Veja como.
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Ritmo narrativo: tensão e respiro no romance
O ritmo de um romance não é a velocidade da prosa, mas a alternância entre cenas de tensão e de respiro. Sem essa alternância, o leitor se cansa.
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As fichas de personagem: o que anotar
Fichas de dez páginas que ninguém relê, ou nada anotado e um olho que muda de cor entre o capítulo três e o vinte e sete: o que anotar.
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Como se escreve um romance histórico
Um personagem do século 17 que pensa como em 2026, ou duas páginas de datas antes de a história começar: como conciliar rigor histórico e leitura fácil.
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Vários pontos de vista na mesma cena
O salto de cabeça involuntário, o onisciente usado por engano, o leitor que já não sabe de quem lê os pensamentos: como gerenciar o POV dentro de uma cena.
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Edição do romance: o que corrigir e quando
Corrigir a prosa antes de acertar a estrutura significa refazer o mesmo trabalho duas vezes. A edição vai do geral para o minucioso, nunca o contrário.
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Como escrever diálogos que soam reais
Um diálogo funciona quando cada fala esconde um objetivo e ninguém responde diretamente ao que o outro acabou de dizer de verdade.
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O passado do personagem: quanto é preciso
O capítulo dois que para dez páginas na infância do protagonista, ou um trauma nunca explicado que o leitor custa a acreditar: quanto passado colocar em cena.
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Bloqueio do escritor: o que fazer de verdade
O bloqueio raramente é falta de inspiração. Quase sempre é uma estrutura que não se sustenta mais, ou a espera por um capítulo perfeito de primeira.
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Ponto de vista: quem deve narrar seu romance
Primeira ou terceira pessoa, um único ponto de vista ou vários não é uma escolha de estilo, mas de trama: decide o que o leitor pode saber e quando.
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Por que a NovLore vende créditos, não assinatura
Editor, estrutura, personagens e histórico são grátis e sem limites. Só a IA tem custo, em créditos comprados uma vez, que vencem em 12 meses, não todo mês.
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Como se escreve um romance de amor
Dois protagonistas que já se amam no capítulo três, ou uma tensão que se apaga na primeira declaração: como construir um arco romântico que aguenta até o fim.
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Show, don't tell: o que isso significa de verdade
Mostrar, não contar" não quer dizer eliminar toda frase resumida: quer dizer escolher com cuidado os poucos momentos que merecem ser vividos em cena.
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Transições de cena: mudar de plano
Cortes que desorientam, ou meia página levando um personagem da porta até o carro: como passar de uma cena para a seguinte sem perder nem entediar o leitor.
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Histórico de versões: muito além do Ctrl+Z
O Ctrl+Z funciona até você fechar o programa. Para um romance de meses, você precisa voltar a uma versão de semanas atrás, não só à última edição.
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Como criar um antagonista que sustenta a história
Um antagonista funciona quando tem razões próprias e coerentes, não quando é malvado só para destacar o protagonista. A diferença aparece em toda cena.
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Dar uma voz distinta a cada personagem
Diálogos em que, cobrindo os nomes, todos os personagens falam igual: como construir uma voz reconhecível para cada um sem reduzi-lo a um tique.
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Como se escreve fantasia: regras e magia
Um poder que resolve tudo no último capítulo, ou um mundo com regras demais para lembrar: como dar à magia um custo e um limite que a trama aguente.
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Ambientação e descrição na cena
Parágrafos de paisagem que o leitor pula, ou cenas suspensas no vazio sem um lugar: como dosar a descrição para que ela trabalhe em vez de parar tudo.
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Como construir uma trama que não murcha na metade
A diferença entre uma trama que se sustenta e uma que desmorona na metade do livro quase sempre é a causalidade entre os eventos, não a quantidade de reviravoltas.
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Quais ferramentas você realmente precisa
Um editor de texto comum não basta depois de 20 mil palavras. Veja quais funções realmente importam — estrutura, personagens, histórico — e quais são só distração.
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Como escrever uma cena que funciona sozinha
Toda cena precisa de um objetivo, um obstáculo e uma mudança no final, ou é só um resumo disfarçado de narrativa que o leitor pula sem perceber.
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Como escolhemos a IA certa para cada função
Por trás da NovLore não há um único provedor de IA, mas sete, direcionados por tarefa, porque um chat instantâneo e um capítulo gerado têm necessidades opostas.
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Personagens secundários: quanto espaço dar a eles
O melhor amigo que some depois do primeiro ato, o colega que rouba a cena do protagonista: quanto espaço dar a quem não é o centro da história.
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Como escrever um policial: pistas e pistas falsas
O culpado adivinhado na página dez, ou uma solução que nenhuma pista de fato anunciava: como dosar pistas e pistas falsas num policial que se sustenta.
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Como criar personagens que o leitor não esquece
Por que um personagem convincente nasce de um desejo, um medo e uma contradição, e como construir um arco de transformação sem que ele pareça falso.
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IA na escrita: como usar sem perder a voz
As três formas como a inteligência artificial pode ajudar quem escreve um romance sem substituí-lo, e onde o uso dela arrisca achatar o estilo.
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Onde cortar os capítulos
Capítulos todos do mesmo tamanho, ou que terminam onde a sessão de escrita parou: onde fechar um capítulo é uma decisão de ritmo, não de páginas.
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Como estruturar um romance: o guia completo
As três estruturas narrativas que realmente funcionam, os quatro pontos que nenhum romance pode pular e como montar o esqueleto sem perder a espontaneidade.
O NovLore é o estúdio de escrita onde a estrutura e o texto da sua obra vivem no mesmo lugar.